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“BOTÕES”
Ofertava-lhos a
madrinha de baptismo, à qual competia dar a mortalha se a menina
viesse a “tornar-se anjinho do Senhor”! Por isso - mau grado –
se a criancinha morresse vendiam-se os botões para ajudar o
custeio do vestido que “levaria para o céu”! Se tal fatalidade
não ocorresse, então, à medida que o crescimento dela se ia
verificando, os “botões” ou “botõezinhos”, iam sendo trocados
pela madrinha, de sorte que, já mulherzinha, a afilhada se
tornaria dona dos tão almejados “brincos à rainha”.
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